Marcha da Maconha – Joinville

30/08/11

18 de Setembro
16:20 h

Em frente a Câmara de Vereadores (concentração) – Avenida Hermann Augusto Lepper

O Trajeto será da Câmara de Vereadores até a Praça da Bandeira , onde ocorrerá atividades culturais de encerramento com música ao vivo.

Desde já convocamos todos os cidadão que apoiam a causa em Joinville e região!

A uniâo das tribos pelo mesmo ideal.

Legalize a PAZ, legalize a LIBERDADE. O TRÁFICO vive da ILEGALIDADE

“Questionar e querer mudar as leis não é bandidagem! É cidadania!”

Lembrem – se a marcha foi liberada a cannabis AINDA NÃO !Portanto respeite as leis durante a marcha , para que possamos exercer nosso direito a liberdade de expressão , hoje e sempre !

» 11 Comentários
31/08/11 12:15
NANE:

VAO PRA UMA PRAIA BEM LONGE DA CIDADE SEUS BANDOS DE DESOCUPADOS E IDIOTAS…VAO SE FERRAR! VAO TRABALHAR E FAZER ALGUMA COISA DE UTIL NESSA VIDA,SEUS DROGADOS INFELIZES…MORRAM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

31/08/11 12:27
devehda:

guriada d itapoá beach q faiz uma fumacera, vai ta em peso nessa marcha!!!!__legalize-jaH__

 

31/08/11 12:53
Luiz:

Eu vou !

 

31/08/11 13:48
Luiz:

Eu vou !

Não achei esse evento no faceboock eu criei mas não conheço muita gente na cidade divulguem

http://www.facebook.com/event.php?eid=212523428805779

 

02/09/11 15:34
cesar:

muito loco, parabens a organiçao, e que todo mundo siga louco nessa ideia.

 

18/09/11 11:52
sibele:

não acho problema em legalizar a maconha… mas pensa so as pessoas fumando a maconha perto da gente… meuuu o cheiro… uiiiii!!! é muito fidido…. eu fumo cigarro.. sei k tambem é fidido, mas a maconha é mais…. boa sorte pra vcs !!!!

 

21/09/11 15:20

muito loco

 

28/09/11 20:48
Gregório Marinho Passos:

Meus amigos, escutem num poema
O que venho pedir neste momento:
Num instante de esclarecimento,
Abordar a urgência desse tema
E aqui debatermos o problema
Do horror que nos quer amedrontar
Para, assim, passo a passo, demonstrar
Quanto estou cada vez mais convencido
Que pro tráfico, de fato, ser vencido
É preciso descriminalizar.

Desta forma eu começo um dos cordéis
Que defendem o direito e a liberdade.
Preservando a justiça e a verdade
E a herança de vários menestréis.
Cumpro eu, de tal modo, um dos papéis
Que o Poeta tem que desempenhar:
Nos seus versos fazer desmascarar
Quem não quer o seu povo esclarecido.
Para o tráfico, de fato, ser vencido
É preciso descriminalizar.

Sabem os homens decentes e honestos
Quanto lhes aprisiona a tirania.
Tolerância! Respeito e simpatia
É o que peço em meus versos tão modestos!
Reuniões democráticas, protestos,
De maneira pacífica e regular,
Garantidos por lei, vêm a nos dar
Toda base à democratização.
São previstos na constituição
E é dever do Estado respeitar.

Sou mais um cidadão em pleno gozo
De direitos dos quais não abro mão,
Expressando uma livre opinião,
Sei que o bem há de ser vitorioso.
Hoje o tráfico é o grande poderoso
Onde o Estado deixou de atuar
No seu básico dever de assegurar
Os direitos do povo da nação:
Segurança, saúde e educação;
Onde é que essas verbas vão parar?

Este sim é o mal bem mais profundo!
O que se encobre, então, nem se calcula!
E a impunidade é que estimula
A ação dos facínoras no mundo.
Quanto ser de procedimento imundo
Que, com a força do crime irá lucrar,
Vai usando o usuário, a acusar,
Pro seu mau se passar despercebido.
Para o tráfico, de fato, ser vencido
É preciso descriminalizar

Esses lucram co a mídia a difamar!
Pelos tais o usuário é agredido.
Necessitam de um mal bem sucedido
E prosseguem a nos discriminar.
Com o direito que tenho de falar
Me defendo do ataque e da mentira
Desses vis que propagam sua ira
Contra mim, maconheiro-cidadão.
Personagens cruéis da opressão
Para os quais dou meu verso e minha lira.

Eu os vejo inda hoje em meu país
São antigos carrascos repressores.
Eles sim, verdadeiros transgressores
Das cíveis pro povo ser feliz.
Esses seres aí são a raiz
Da cultura que querem arraigar.
Pois são eles que vivem a se esbanjar
Com o império do mal fortalecido
Para o tráfico, de fato ser vencido
é preciso descriminalizar.

São arcaicas figuras da indecência
Com o velho argumento ultrapassado
Que inda dizem que eu sou o culpado,
Responsável por tanta violência.
Subestimam demais nossa ciência,
Nem sequer, se envergonham em deturpar,
Quando o consumidor puder plantar
Todo tráfico será enfraquecido,
É o primeiro passo a ser seguido
É preciso descriminalizar

É preciso acabar com a hipocrisia
Nos comandos da tele-difusão.
Que perigo é a manipulação
Da notícia que ouvimos todo dia.
E sabendo que há tanta tirania
Responsável por todo mal gerar,
Assistimos a mídia acobertar
E o motivo de tudo é escondido
Para o tráfico, de fato, ser vencido
É preciso descriminalizar

Pois um homem que prega a repressão
Não entende que a própria liberdade
É que está se castrando, na verdade,
E assim, de ser livre é que abre mão.
Defender que é preciso mais prisão,
Isto enquanto o que falta mesmo é lar.
Ver um homem de bem se apenar
É um triste contraste concebido,
Se quem lucra com o mal nunca é punido
E, assim, vê-se o crime a imperar.

Quanto abutre atraído pelo odor
Dessa carnificina social,
Só pregando tortura ao marginal,
Sendo, assim, deste mal, propagador.
Criminoso é o apresentador
Que, ao sentir-se homem Dino de acusar,
Estimula e projeta o mal-estar,
Depois mostra o produto a ser vendido,
Sendo o próprio artigo produzido
Por veículos de massa a enganar.

Como alguém pode assim usufruir,
Da indústria cruel do preconceito!?
Tanta dor, tanta falta de respeito,
Que dá pena da antena transmitir.
Opressores a nos subtrair
Com seus jogos perfeitos em estética,
Mas ferindo a moral, o senso e a ética,
Sem olhar pros descasos dos bolsões
De miséria, verberam seus chavões
Em provérbios de falha dialética

Nós sabemos que o lucro com a violência
É da mídia que vive a difundir,
Basta olhar pra tevê e assistir
Como eles divulgam inconsciência.
Radialistas de plena incompetência
Difundindo a mentira, a enganar,
Não respeitam o querer particular,
Sem pensar quanto ouvinte é agredido,
Vão dizendo o que emprenham pelo ouvido,
Sem a preocupação de se informar.

Encobrindo-se escândalos, vilezas,
Poderosos procedem erroneamente
E é sempre lesada a nossa gente
Num país que lhe priva das riquezas,
Que, detidas por mãos de fortalezas
De caciques que vão financiar
O sistema que insiste em nos lesar,
Pelo qual o opressor nunca é punido,
Fazem o tráfico ser mais fortalecido
E esses tais nos acusam por fumar.

Nós assistimos, hoje, ao resultado
De cinco séculos de corrupção.
De criminosos qu’inda põem a mão
Onde o meu povo sempre sai roubado.
Rasgando a Carta Magna do Estado,
quantos corruptos a nos governar,
fazendo o crime se organizar
Onde o povo é mais pobre e corrompido!
Sendo o tráfico tão só fortalecido,
Pelo Estado nos negligenciar.

Escutarmos ainda hoje em dia
Um que foi porta-voz de Figueirêdo.
Ele achando gracinha impunha medo
Desde o tempo daquela tirania.
Hoje fala da tal democracia,
Um lacaio da era militar!
Não houvesse homens maus a governar,
Quanto bem se teria conseguido!
Para o tráfico, de fato, ser vencido
É preciso descriminalizar

Pois acusam com ira tão medonha
A falar contra nós, consumidores,
Isso enquanto acobertam malfeitores,
Que permitem que o medo se imponha.
Esses vis fazem mal, não a maconha!
Nossa massa é pra massa se alegrar,
Fazem mal os que vivem a nos roubar,
Aumentando a miséria do oprimido.
Para o tráfico, de fato, ser vencido
É preciso descriminalizar.

Esses sim, são um, caso de polícia,
O temor é o que vivem a espalhar.
Acham que a polícia é pra espancar,
instigando a maldade e a malícia.
Só soldados carentes de perícia
É que podem com isso concordar.
Pois que estes estão para cuidar,
Não fazer mais o homem corrompido.
Para o tráfico, de fato, ser vencido
É preciso descriminalizar.

Certas leis só dão força pra maldade
Incontida na fúria pessoal,
Há então tanta ação policial
Violando usuário, integridade.
A polícia é que fere a autoridade
Quando ela é quem passa a violar
Cidadãos pelo fato de fumar
sendo a humilhações submetidos
e os direitos aí, são transgredidos
por quem só os devia assegurar.

Minha gente é vítima de tudo
E é ainda acusada de exercer.
Governantes deviam proteger
Só quer eles preferem um povo mudo.
É por isso que o castram do estudo
E manobram a massa pra votar
Como massa que é de modelar
Pelas mãos de um, sistema tão fingido.
E é aí que um povo está perdido
Elegendo quem vive de lesar.

É política regida por enganos
Feita com privação das liberdades.
Mas o fato é que as autoridades
Científicas apontam pr’outros planos.
A política de redução de danos
Esclarece que cabe se tratar
De saúde, jamais aprisionar
Qualquer ente por ter só consumido.
É o primeiro passo a ser seguido:
É preciso descriminalizar.

Se não foi o usuário quem lucrou
Com a proibição do seu consumo,
Serei eu criminoso porque fumo
Ou será o que sempre me acusou?
Quanto conhecimento se ocultou,
Quanto tempo a mentira a imperar,
Com a lei pode ainda se apegar
A um parvo argumento sem sentido.
Para o tráfico, de fato, ser vencido
É preciso descriminalizar.

Se a política vigente é uma falência,
É preciso mudar esse sistema.
Não está no usuário o tal problema
Ele nasce com o tráfico de influência,
Desde a compra do voto à conivência
Desses que deveriam executar
Leis que estão no papel, mas, aplicar
É o que vemos não ter acontecido.
A não ser para o pobre desprovido
De saúde, de educação, de lar.

Mas, enfim, vem a era da verdade,
Quando o povo tem livre pensamento.
É o tempo do esclarecimento
De exercer afinal, a liberdade.
O respeito à particularidade
É o lema de um mundo de harmonia.
É pode exercer cidadania,
É poder ter a própria opinião,
Sem haver preconceito, exclusão,
Pelos tantos fiéis da hipocrisia.

Citarei só alguns dos benefícios,
Resultado de tempos de estudo,
Tendo pois, científicos conteúdos,
tratamento de vários malefícios.
São tão tristes os tantos sacrifícios.
Esses mesmos que fazem o mal vingar
Desde a falta de acesso a se cuidar
Até mesmo do filho adoecido,
Este é um fato violento e esquecido
Pelos tantos a nos discriminar.

Uma lista de bens, aqui se soma.
Começando por anti-psicótico
Redutor da pressão do globo ótico
Sendo, então, um remédio pro glaucoma.
Devolvendo o apetite, pra que coma
Quem sentir-se com náusea ou mal-estar.
Muito médico iria receitar.
Por enquanto, porém, éproibido.
Para ter esse acesso permitido
É preciso descriminalizar.

Sendo o fumo mais fino do universo
A verdura, a pureza de uma planta,
É, da composição, parceira santa,
Mensageira em snais de um novo verso.
Tem poder de criar, unir o inverso
Com o instante que quer desabrochar.
A ciência prossegue a confirmar
Tudo quanto aqui tenho defendido:
Para o tráfico, de fato, ser vencido
É preciso descriminalizar.

Noutro instante eu irei me aprofundar
Nos efeitos benéficos que existem
Como propriedades que consistem
Em trabalhos que vêm a nos mostrar
As possibilidades de explorar
De maneira sensata e lucrativa,
Para quem a consome e a cultiva,
Os produtos diversos que oferece
E o comércio legal não nos fornece
Dado ao falso sistema que nos priva.

É por isso que empunho minha arte
Para quebra de tanto preconceito.
A pregar tolerância e mais respeito
Para que a corrupção, de si, se farte.
Concluindo só a primeira parte
De outros versos que hei de publicar
Em defesa ao direito de plantar,
Consumir, sem ser mais tão agredido
Por atores de um filme dirigido
Com intuito de nos ludibriar.

Nesta estrofe, por ora, me despeço
Na esperança de ver a liberdade
Sobrepondo-se a tanta iniquidade
Contra a qual nos meus versos hoje peço.
O proibicionismo é o retrocesso
Este faz a violência vigorar,
Isto, sim, é que deve se abordar
Como base pro crime enrijecido,
Confirmando:pro tráfico ser vencido
É preciso descriminalizar.

Greg Marinho Passos

Cordel feito para a Marcha da Maconha 2012.
Viva a cidadania!
Viva as liberdades indivifduais!

 

28/10/11 10:58
Gabriel:

legaalize a paz , a canabis só trazera a paz e diminuir a guerra !

 

08/11/11 22:47
Designer:

http://www.facebook.com/Controversu

Veja temas polemicos sobre a cannabis!

 

24/11/11 16:22
nayane:

gostei muito