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	<title>Marcha da Maconha - Blog</title>
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		<title>Baile de Máscaras com Planta na Mente e Oriente</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 17:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>capitao presenca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O bloco carnavalesco antiproibicionista Planta na Mente é um dos vários coletivos que fazem parte da Marcha da Maconha do Rio de Janeiro, além de realizarem várias atividades no decorrer do ano (como o cineclube Cine Planta). Após enfrentarem a prefeitura e a policia em 2011, em 2012 o Bloco entrou na programação oficial do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blog.marchadamaconha.org/files/2012/02/BailedeMascaras2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2183" src="http://blog.marchadamaconha.org/files/2012/02/BailedeMascaras2.jpg" alt="" width="320" height="453" /></a></p>
<p>O bloco carnavalesco antiproibicionista Planta na Mente é um dos vários coletivos que fazem parte da Marcha da Maconha do Rio de Janeiro, além de realizarem várias atividades no decorrer do ano (como o cineclube Cine Planta). Após enfrentarem a prefeitura e a policia em 2011, em 2012 o Bloco entrou na programação oficial do Carnaval carioca desfilando na quarta-feira de brasas 22/2 com concentração na escadaria do Selarón, na Lapa.</p>
<p>Nesta sexta 17/2, o Bloco organiza o Baile de Máscaras, uma festa com o intuito de arrecadar dinheiro para a realização do desfile e fortalecer a luta pela legalização da maconha no país. A festa também comemora o lançamento do video-clipe da música &#8220;Mister M&#8221; do rapper Nissim Instantaneo do grupo Oriente, no qual ele passeia por vários blocos do carnaval carioca (incluindo o Planta na Mente) vestindo uma fantasia de Folha. E já que o assunto é carnaval, vale a pena lembrar que a revista Tarja Preta (que também faz parte da organização da Marcha da Maconha do Rio) lançou a campanha <a href="http://tarjapretahq.blogspot.com/2012/02/salve-o-carnaval-2012-concurso-de.html">&#8220;Salve o Carnaval&#8221;</a> e está dando um bong para a melhor fantasia de Capitão Presença no Carnaval de 2012.</p>
<p>Confirme sua presença no Baile de Máscaras:</p>
<p><a title="http://www.facebook.com/events/248597885218816/?ref=ts" href="http://www.facebook.com/events/248597885218816/?ref=ts" target="_new">http://www.facebook.com/events/248597885218816/?ref=ts</a></p>
<p>Assista o clipe de Nissim Instantâneo do grupo de rap Oriente, dirigido por Bernardo Varella:</p>
<p><a href="http://youtu.be/iOGuG1b-wdA" target="_blank">http://youtu.be/iOGuG1b-wdA </a></p>
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		<title>Definida a Marcha da Maconha de São Paulo</title>
		<link>http://blog.marchadamaconha.org/definida-a-marcha-da-maconha-de-sao-paulo_2178</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 18:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pintolico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha da Maconha]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora é oficial: A Marcha da Maconha de São Paulo será realizada no dia 19 de Maio, às 14h, com concentração no vão do MASP! Acompanhe, divulgue e participe &#8211; as reuniões da Marcha da Maconha são mensais e realizadas no Centro Cultural São Paulo (da Vergueiro). Confira os relatos das duas primeiras reuniões!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora é oficial: A Marcha da Maconha de São Paulo será realizada no dia 19 de Maio, às 14h, com concentração no vão do MASP! Acompanhe, divulgue e participe &#8211; as reuniões da Marcha da Maconha são mensais e realizadas no Centro Cultural São Paulo (da Vergueiro).</p>
<p><a href="http://forum.marchadamaconha.org/index.php?showtopic=2898">Confira os relatos das duas primeiras reuniões!</a></p>
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		<title>Logos da Marcha da Maconha 2012 &#8211; Atualizadas!</title>
		<link>http://blog.marchadamaconha.org/logos-da-marcha-da-maconha-2012-atualizadas_2172</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 21:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pintolico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha da Maconha]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabamos de atualizar as logos da Marcha da Maconha deste ano. Está disponível para download no site um pacote com as logos de todas cidades inscritas, em formato PNG e PDF &#8211; baixe aqui. Novas atualizações conforme inscrições das cidades &#8211; acompanhe! *** Atualizado &#8211; 12/02/2012 *** Cidades: - ARACAJU - BELO HORIZONTE - BRASÍLIA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabamos de atualizar as logos da Marcha da Maconha deste ano. Está disponível para download no site um pacote com as logos de todas cidades inscritas, em formato PNG e PDF &#8211; <a href="http://blog.marchadamaconha.org/downloads/logo_mm_BRASIL2012[12-02-12].zip">baixe aqui</a>.</p>
<p>Novas atualizações conforme inscrições das cidades &#8211; acompanhe!</p>
<p><strong>*** Atualizado &#8211; 12/02/2012 ***</strong></p>
<p><span id="more-2172"></span></p>
<p><strong>Cidades:</strong><br />
- ARACAJU<br />
- BELO HORIZONTE<br />
- BRASÍLIA<br />
- CURITIBA<br />
- DIADEMA<br />
- FORTALEZA<br />
- RIO DE JANEIRO<br />
- SÃO PAULO</p>
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		<title>O Globo explana polêmica sobre Calendário Radio Legalize</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 17:45:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>capitao presenca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[da Radio Legalize A Radio Legalize enfrentou problemas antes mesmo de publicar o calendário, como a censura de algumas gráficas por conta das fotos de plantas e flores que acabou atrasando seu lançamento. Portanto já esperávamos que uma vez distribuído o calendário poderia gerar polêmica na grande mídia. O que não esperávamos é que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>da <a href="http://www.radiolegalize.com/">Radio Legalize</a></p>
<p><a href="http://blog.marchadamaconha.org/files/2012/02/20120208Ancelmo_RL.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2168" src="http://blog.marchadamaconha.org/files/2012/02/20120208Ancelmo_RL-177x300.jpg" alt="" width="177" height="300" /></a></p>
<p>A Radio Legalize enfrentou problemas antes mesmo de publicar o calendário, como a censura de algumas gráficas por conta das fotos de plantas e flores que acabou atrasando seu lançamento. Portanto já esperávamos que uma vez distribuído o calendário poderia gerar polêmica na grande mídia. O que não esperávamos é que a polêmica seria gerada dentro do próprio movimento antiproibicionista. Um dos coletivos que organiza a Marcha da Maconha de São Paulo tentou censurar a publicação de uma propaganda do calendário no site da Marcha, ainda que todo seu lucro fosse destinado a realização da Marcha da Maconha do Rio de Janeiro. Após muita discussão, a propaganda foi publicada no site da Marcha, junto com uma opinião favorável e outra contrária.</p>
<p>Nós da Radio Legalize somos contrários a qualquer tipo de exploração. Tanto que sempre militamos pelo direito de plantar cannabis para o uso próprio, em boicote a máfia da cannabis prensada, que oprime trabalhadores rurais e financia a indústria da corrupção e da violência. Nós consideramos infundados qualquer argumento dizendo que o calendário Radio Legalize é machista, oprime ou mercantiliza as mulheres. Nossas Pot Models participam da Marcha da Maconha, são envolvidas na luta pela legalização da maconha em seu dia a dia e passam de longe dos estereótipos de anuncio de cerveja tantas vezes condenados pelo coletivo a favor da censura do calendário.</p>
<p>Historicamente as Marchas da Maconha no Rio de Janeiro sempre tiveram mulheres em sua organização, a primeira Million Marijuana March Rio em 2002 foi convocada por uma Portuguesa, e na primeira reunião da Marcha da Maconha de 2007 haviam 3 mulheres dentre os 6 presentes. O bloco Planta na Mente, cuja porta-bandeira posa no calendário, é um dos coletivos antiproibicionistas mais ativos do Rio de Janeiro e tem várias mulheres em sua formação. Qualquer um que veja as fotos da Marcha da Maconha do Rio de Janeiro verá que é um movimento bem homogêneo em termos de género.</p>
<p>Lamentamos muito que em pleno século XXI, alguns grupos ligados a Marcha permaneçam com opiniões preconceituosas (uma vez que nenhum dos nossos críticos viu o calendário) e práticas mais do que ultrapassadas, trazendo aqui discussões que fogem ao nosso compromisso que é lutar pela legalização da Maconha e o fim da guerra às drogas.</p>
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		<title>Sexismo na Marcha da Maconha? Não em nosso nome!</title>
		<link>http://blog.marchadamaconha.org/sexismo-na-marcha-da-maconha-nao-em-nosso-nome_2149</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 15:09:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>saopaulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[do Coletivo DAR “Ah sim os defensores das mulheres, ta me parecendo caô pra comer” “Esta daqui é a Marcha da Maconha ou a Marcha do Politicamente Correto???” “Agora vem pagar aqui de moralista. é isso mesmo ou é careta ou não gosta de buceta. viva a liberdade” A foto acima foi tirada durante a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do <a href="http://coletivodar.org/2012/02/sexismo-na-marcha-da-maconha-nao-em-nosso-nome/">Coletivo DAR</a></p>
<p><img alt="" src="http://coletivodar.org/wp-content/uploads/2012/02/DSC04799-1024x768.jpg" class="aligncenter" width="350" height="262" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>“Ah sim os defensores das mulheres, ta me parecendo caô pra comer”<br />
“Esta daqui é a Marcha da Maconha ou a Marcha do Politicamente Correto???”<br />
“Agora vem pagar aqui de moralista. é isso mesmo ou é careta ou não gosta de buceta. viva a liberdade”</em></p>
<p>A foto acima foi tirada durante a II Conferência Latino-americana sobre políticas de drogas, realizada no Rio de Janeiro, em 2010, em uma reunião de “movimentos canábicos” do continente. Contando com representantes de marchas e coletivos de Argentina,Brasil, Colômbia, México Uruguai e Peru, a reunião visava traçar estratégias comuns ao movimento em nível continental e não contou com nenhuma mulher presente.</p>
<p>As frases citadas em seguida fazem parte de um debate virtual vivido recentemente no interior da Marcha da Maconha, por conta de uma discussão a respeito da divulgação ou não de um <a href="http://www.radiolegalize.com/shop/product.php?id_product=75">calendário</a> cuja arrecadação contribuiria com o movimento e no qual as imagens são de “pot models” -modelos maconheiras ou algo assim. Como houve visões divergentes, expomos aqui a posição do DAR, no intuito não de recriminar ou moralizar o Calendário e as meninas que cederam sua imagem e seu trabalho para sua feitura, mas por acreditarmos que essa é uma boa oportunidade para trazer à tona relações de desigualdade que são frequentemente naturalizadas, não percebidas, e assim mantidas e perpetuadas.<br />
<span id="more-2149"></span></p>
<p>Organizado há quase três anos, o Coletivo DAR nasce no interior da Marcha da Maconha visando ampliar o enfoque do debate antiproibicionista para além de demandas meramente de usuários e enfocadas apenas na maconha. Com o tempo, consolidou-se entre nós também a concepção de que não basta regulamentação e controle social justos das drogas se vivemos num mundo injusto, e que portanto cabe a nós ativistas relacionar o antiproibicionismo com todas as lutas e pautas que propõem a transformação social de maneira mais ampla. Inclui-se aí, obviamente, o debate relativo às opressões de gênero, que tentamos travar já há algum tempo.</p>
<p>Acreditamos que as frases e a fotografia apresentadas no calendário fazem parte de um mesmo contexto. Não é por acaso que a participação feminina é tão pequena, e tão coadjuvante, dentro do movimento antiproibicionista. Iniciativas como a deste calendário não são exceção dentro de nosso campo de atuação, pelo contrário, fazem parte de uma tradição que vem de cultuadas revistas estrangeiras, como a High Times ou a argentina THC, e que vigora no Brasil não só no projeto em questão como em concursos como <a href="http://hempadao.blogspot.com/2011/06/lista-de-selecionadas-para-segunda-fase.html">Miss Marijuana</a> e em sites como o <a href="http://www.mulheremaconha.com/">Mulher e Maconha</a>, por exemplo. Trata-se de “combate à caretice” ou mera reprodução de estereótipos e preconceitos nascidos no interior de uma sociedade desigual e opressora?</p>
<p><strong>Os homens pensam e as mulheres posam?</strong></p>
<p>É famosa a frase de Bernard Shaw, que, ao criticar o racismo nos Estados Unidos, dizia que o norte-americano relega o negro ao nível do engraxate, e conclui daí que ele só pode servir para engraxar sapatos. Iniciativas como esta parecem partir do pressuposto de que as mulheres pouco são além de corpos a serem admirados, divulgados, explorados, e parte dos objetos masculinos de prazer, e portanto “incluem” no âmbito do antiproibicionismo a participação feminina apenas nestes marcos. Pensar a política e tomar a linha de frente das ações é tarefa masculina.</p>
<p>Como incluir mulheres em pé de igualdade no interior do movimento se sua participação é requisitada – e desejada – apenas no nível da beleza e da sensualidade? Como esperar que elas se sintam à vontade e atuem enquanto protagonistas quando já se sugeriu, em reuniões da Marcha de SP, a utilização de modelos com pouca roupa para promover o evento? Como propor um debate produtivo e inclusivo sendo que as mulheres são vistas e colocadas, por um setor do movimento, no mesmo patamar da planta que veneram – portanto como um objeto a ser adorado sim, mas sobretudo consumido?</p>
<p>Não existem homens, mulheres e homossexuais por si só. Nós nos tornamos homens, mulheres, homossexuais, transexuais ou qualquer outra identidade de gênero num processo social que está em permanente atualização e recriação. Um processo histórico, que no presente momento não pode ser dissociado do ordenamento social conhecido como capitalismo, que tem como uma de suas características principais o ocultamento das relações sociais entre pessoas através do predomínio da mercadoria. Sob a égide do dinheiro e da divisão social e sexual do trabalho, tudo se torna produto, tudo é vendável, publicizável, a começar dos corpos das pessoas.</p>
<p>Ora, mas isso acontece não só com os corpos femininos, muitos dirão. E com razão: apesar de ter nascido com forte componente misógino, o sistema do capital não é muito preconceituoso em matéria de mercantilizar vidas. No entanto, se não há igualdade – e as opressões de classe, mas também de gênero, raça, nacionalidade, etc. comprovam isso – obviamente os efeitos de tal mercantilização atingem de forma diferenciada os distintos setores e grupos sociais. No caso das mulheres, isso é muito claro.</p>
<p><img alt="" src="http://contramachismo.files.wordpress.com/2011/11/78206_464294084638_749059638_5715103_3613527_o.jpg" class="aligncenter" width="324" height="429" /></p>
<p>Nesse sentido, os argumentos de que isso seria “machismo ao contrário”, ou o de “faça um calendário de homens”, não se sustentam a partir do momento que percebemos que a realidade de onde partimos não coloca homens e mulheres em pé de igualdade, pelo contrário, as mulheres partem de uma condição de desigualdade histórica. Igualdade de tratamento dentro da desigualdade não é nada menos que injustiça, manutenção do status quo. Vivemos em uma sociedade machista, homofóbica, racista e de opressão sobre os pobres, é do lado dos que reagem que devemos nos colocar, não dos que oprimem.</p>
<p>Como aponta Simone de Beavouir, no clássico O segundo sexo, “é difícil para o homem medir a extrema importância de discriminações sociais que parecem insignificantes de fora e cujas repercussões morais e intelectuais são tão profundas na mulher que podem parecer ter suas raízes numa natureza original”. Muitas vezes é difícil identificar a especificidade das questões de gênero frente aos problemas e questões mais amplos de nossa sociedade, sobretudo quando se têm diante do “outro” uma postura tão marcadamente distante e delimitada, como é o caso de alguns dos setores do antiproibicionismo – compostos hegemônica, majoritária ou mesmo completamente por homens, e aparentemente sem disposição de questionar e transformar tal panorama. Cria-se aí um perigoso ciclo vicioso: somos quase todos homens, por isso não nos preocupamos com questões específicas das mulheres, logo, atraímos apenas novos homens, que se preocupam apenas com questões de homens e assim vai. Questionar isso? “Ou é careta ou não gosta de buceta”!</p>
<p><strong>Especificidade da opressão à mulher</strong></p>
<p>Obviamente, não podemos analisar a situação vendo as mulheres somente como objetos ou “vítimas”, ou estaríamos procedendo da mesma forma que criticamos. Claro que as garotas que posaram para as fotos, ou as que fazem propagandas de cerveja expondo seus corpos como se fossem logomarcas, o fizeram de forma voluntária, honesta e muitas vezes orgulhosa. Este ponto levanta alguns aspectos a serem levados em conta.<br />
Em primeiro lugar, podemos citar novamente Beauvoir para lembrar que “os homens encontram em sua companheira mais cumplicidade do que em geral o opressor encontra no oprimido; e disso têm autoridade para declarar com má-fé que ela quis o destino que lhe impuseram”. “Toda a educação dela conspira para barrar-lhe os caminhos da revolta e da aventura (…). Ela aceita alegremente essas mentiras, porque elas a convidam a seguir o caminho em declive da facilidade: e nisto está o maior crime que cometem contra ela”. Beauvoir alinha-se aqui à concepção histórica de identidade de gênero citada acima, lembrando que não é possível que individualizemos as escolhas e atitudes diante de um quadro em grande medida determinado socialmente.</p>
<p>A posição social da mulher segue intacta, e vemos isso também no uso de drogas. Primeiro, é importante apontar o uso invisível de drogas por mulheres, através do consumo escondido ou da hipermedicação (as mulheres são o grupo no qual há maior prescrição de medicamentos psicotrópicos). Além disso, quando as mulheres usam drogas em público o estigma sobre elas é ampliado e diretamente ligado à sua posição sexual (como se não houvesse outras posições sociais para a mulher, apenas a sexual), ou seja, se usam drogas não são “boas meninas” (portanto, vistas como más mães ou más mães a ser), ou vistas como prostitutas, “fáceis” ou lésbicas (termos usados no discurso público como qualidades ruins). Em todos os casos, seu prazer não é reconhecido, não é legítimo, e é como se seu corpo não pertencesse a ela. O prazer corporal para a mulher é estigmatizado, patologizado e criminalizado.</p>
<p><img alt="" src="http://petdirunb.files.wordpress.com/2011/12/o-machismo-nc3a3o-c3a9-redondo3.jpg" class="aligncenter" width="280" height="292" /></p>
<p>A opressão à mulher, portanto, traz algumas especificidades importantes de serem salientadas e debatidas. Diferentemente da opressão ao negro ou ao homossexual, a fronteira entre elogio e desrespeito/opressão é embaralhada no caso feminino, na medida em que muitas vezes a posição de objeto é combinada com o status adquirido pelo padrão de beleza. Uma mulher que posa seminua em uma propaganda de cerveja não só o faz voluntariamente como muito provavelmente se sente muito bem a respeito: ela está sendo cobiçada, ela é gostosa, todos vão olhar sua imagem no outdoor e a desejarem, ou vão querer imitá-la. Ao mesmo tempo em que alcança esse status, a mulher aparece pura e simplesmente como objeto de desejo para o homem, não como sujeito de seu próprio desejo. Mais que isso, é retratada na propaganda como um brinde que acompanha o produto a ser vendido. Passe um desodorante que você ganha mulheres gostosas correndo atrás de você pela rua, compre um carro que uma gostosa vai querer entrar, beba cerveja que a maravilhosa jogadora de vôlei de praia vai se aproximar. Além de sermos construídos culturalmente de acordo com os papéis sociais que nossa condição de gênero nos impõe, no caso das mulheres muitas vezes a reafirmação de sua função de servir ao prazer do homem é justamente confundida com uma posição admirável. Sua própria reificação é o que lhe dá status social.</p>
<p>Somos a favor de liberdade sexual e autonomia de decisão sobre o que fazer com o próprio corpo. O que questionamos é a reprodução da mulher-objeto-para-satisfazer-o-prazer-do-homem, baseada na heterossexualidade como regra, concepção com a qual somos bombardeados cotidianamente e que reproduzimos em nossas próprias produções e relações sociais. O modo como as mulheres são representadas costuma ser, na realidade, a forma como os homens as veem e como querem que se comportem.</p>
<p><strong>Feminismo e antiproibicionismo: lutas irmãs</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 442px"><img alt="" src="http://juntos.org.br/wp-content/uploads/2011/06/264046_223142254377732_100000458788305_811314_6019936_n.jpg" width="432" height="250" /><p class="wp-caption-text">Na Marcha da Liberdade (2011), só mulheres carregaram a faixa principal</p></div>
<p>Neste momento, o movimento antiproibicionista e as lutas antissexistas vêm se aproximando, pouco a pouco, com a presença de mulheres na Marcha da Maconha aumentando gota a gota. Antiproibicionismo e feminismo têm em comum sobretudo a bandeira do livre decidir sobre o corpo, isso <a href="http://coletivodar.org/2010/03/feminismo-e-anti-proibicionismo-%e2%80%93-um-dialogo-necessario-na-luta-contra-as-opressoes/">frisamos desde este texto de 2010</a>. Consideramos o debate sobre a legalização do aborto – pauta histórica do movimento feminista – como luta “irmã” da luta pela legalização das drogas, pela autonomia do próprio corpo e liberdade de escolha que ambas reivindicam, assim como pela opressão e consequências nefastas que a proibição e criminalização representam em ambas as políticas. Neste momento de aproximação, pensamos que é fundamental firmar posição ao lado de quem resiste e propõe outro mundo, onde quando uma luta avança e nenhuma retrocede.<br />
No entanto, não podemos confundir a liberdade para se fazer o que quiser com seu corpo, e para exibi-lo da forma como se bem entender, com a liberdade para explorar o corpo alheio da forma como se bem entender. Acusações de “censura” ou de tolhimento à liberdade foram utilizadas durante o debate a respeito do calendário, com seus enunciadores esquecendo-se de como desde séculos atrás o discurso supostamente defensor da liberdade também foi usado para esconder a defesa da livre dominação – os capitalistas ingleses, por exemplo, bradavam contra a limitação das jornadas de trabalho no século XIX dizendo que isto feria a “liberdade” do trabalhador vender sua mão de obra por 14, 16 horas ao dia se “quisesse”. Quanto à ideia de que por ser considerado uma obra de arte, uma avaliação política do calendário seria totalitarismo ou censura, limitamo-nos a citar Walter Benjamin: “Se os fascistas estetizam a política, nós devemos politizar a estética”.</p>
<p>Outro aspecto que não pode ser ignorado é que não estamos diante de uma manifestação artística desinteressada. Tanto pelos interesses comerciais dos envolvidos nos projetos citados – que mesmo não tendo fins lucrativos servem incontestavelmente como forma de consolidação e difusão de marcas com fins comerciais – mas sobretudo por se tratar de iniciativa vinculada a um movimento político específico. Como uma obra de arte pode ser algo intocável ou impassível de avaliação política estando inserida dentro de um modelo de sociedade que criticamos e sendo publicizada em nome de um movimento social que participamos? Uma coisa é uma mulher sentir vontade de expor seu corpo da maneira que ela quiser, outra é uma organização política empreender e difundir esse tipo de representação do corpo feminino sob o argumento de que vende, tomando este discurso para si.</p>
<p>Não se trata de censura: uma vez que o calendário está exposto no site nacional da Marcha da Maconha, passamos a vincular o discurso sexista e heteronormativo à nossa luta. Por outro lado, há uma diversidade de discursos porno-eróticos possíveis, em que a pluralidade de sexualidades possa se manifestar sem reproduzir mais do mesmo. Qual seria, então, nosso critério? Para conseguirmos grana não há problema em reproduzir opressões às quais muitos de nós, que lutamos por uma alternativa societária diferente da que vivemos, combatemos? Somos um movimento social autogestionário e temos tido sucesso em buscar o financiamento de nossas atividades com parceiros, voluntários e políticas de ativismo.</p>
<p>O movimento antiproibicionista tem se colocado nos últimos anos como pretenso campo de elaboração de alternativas à guerra às drogas. Nas mais variadas vertentes, tem ajudado a multiplicar o debate sobre as drogas, sua proibição, seus usos e as implicações desta convivência na sociedade. Para além do antiproibicionismo, vemos que desde o século XVIII existem lutas concretas contra o cárcere, contra a reclusão manicomial, contra o racismo e contra a penalização de pessoas que por algum motivo não se enquadram no funcionamento de uma sociedade capitalista. Seria injusto, portanto, admitir o monopólio do tema das drogas ao antiproibicionismo, estando ele na verdade intrinsecamente relacionado com todos os âmbitos políticos, sociais e históricos da nossa sociedade. O mais correto seria observarmos como a luta por mudanças na política de drogas contém elementos de muitas outras lutas – e certamente não podemos desprezar o peso e a importância do caminho há muito trilhado pelo feminismo. Como um caleidoscópio que se mistura em diferentes ângulos, a verve libertária encontra-se presente em todas as posições.</p>
<p><img alt="" src="http://i1.r7.com/data/files/2C95/948E/2FC4/1471/012F/C58B/5525/2470/marcha-maconha-450x338.jpg" class="aligncenter" width="387" height="290" /></p>
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		<title>A arte se julga pela estética, a política pela ética</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 14:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pintolico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[da Radio Legalize Uma parte da militância que organiza a Marcha da Maconha no Brasil manifestou mal estar com o calendário da Rádio Legalize. Houve até quem defendesse vetar a sua divulgação no site nacional da Marcha. O calendário seria machista, sexista, contribuiria para a opressão das mulheres e por aí vai. Para cada mês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>da <a href="http://www.radiolegalize.com/blog/a-arte-se-julga-pela-estetica-a-politica-pela-etica/">Radio Legalize</a></p>
<p>Uma parte da militância que organiza a Marcha da Maconha no Brasil manifestou mal estar com o calendário da Rádio Legalize. Houve até quem defendesse vetar a sua divulgação no site nacional da Marcha. O calendário seria machista, sexista, contribuiria para a opressão das mulheres e por aí vai. Para cada mês do ano de 2012 uma garota com pouca roupa e objetos relacionados ao tema da cannabis. O lucro obtido será revertido para a organização da Marcha da Maconha Rio.<br />
<span id="more-2162"></span></p>
<p>Duas questões: a mais óbvia é se a argumentação contra o calendário procede, a mais importante é se ele poderia ser censurado. Em relação à primeira questão, o calendário não é machista por exibir corpos femininos. Seria por acaso feminista um calendário com modelos masculinos? Seria gay? Não seria nada disso, seria só um calendário, ou melhor, um ensaio fotográfico em forma de calendário, ou seja, seria arte.</p>
<p>O que é arte? Para que ela serve? Essas perguntas são as chaves para que se possa responder à segunda pergunta, sobre se o calendário poderia ser censurado por ser machista. Na verdade, sobre se qualquer obra de arte poderia ser censurada, por esse motivo ou por qualquer outro. A resposta é taxativamente negativa.<br />
“Não existem livros morais ou imorais. Os livros são bem ou mal escritos. A forma de governo mais adequada ao artista é a ausência de governo. Autoridade sobre ele e a sua arte é algo de ridículo.” Oscar Wilde desdenhava da ingerência da política, da religião, da ética e da ideologia no trabalho do artista. Com décadas de antecipação, ele denunciava o ridículo do “realismo socialista” e de outras propostas de controle autoritário da estética pela ética, pela moral lato senso, em geral através do controle estatal sobre o trabalho dos artistas, a pretexto de promover valores morais e objetivos políticos.</p>
<p>“Uma obra de arte deve ser julgada em primeiro lugar por suas próprias leis”, escreveu Leon Trotsky em “Literatura e Revolução”. A arte reflete o contexto em que é feita, o povo, as circunstâncias históricas, sociais, econômicas e, claro, a sensibilidade do artista diante de todos esses fatores. Pode ser engajada e progressista ou refletir os preconceitos e opressões existentes na sociedade. Não são estes os parâmetros pelos quais ela deve ser avaliada.</p>
<p>O que esse debate tem a ver com o calendário da Rádio Legalize? Tudo. No caso se cometeu o erro trágico de confundir arte com posição política. São coisas totalmente diferentes. Mesmo que o calendário fosse machista não seria motivo para a censura, por ser uma obra de arte e nessa qualidade não ser passível de avaliação política. É bom deixar claro que o erro que se critica aqui não é o de combater uma posição política identificada como opressiva, reacionária, o que for, mas o de disputar o conteúdo estético de um trabalho artístico como se fosse ele a impor as relações de dominação social e política. Não é. É a política que impõe. A arte quando muito reflete.</p>
<p>Admitir submeter uma obra de arte a um crivo ético, ideológico, político ou religioso para que possa ser exibida ou divulgada, seria voltar ao tempo em que Mao promovia a “grande revolução cultural proletária” na China, em que Stalin levava Maiakovski ao suicídio e censurava o gênio criativo de Eisenstein, em que Hitler e Goebbels impunham aos artistas alemães que adotassem o discurso e a estética do nazismo ou, voltando ainda mais longe na História, em que a Inquisição fazia valer o seu Index Prohibitorum, lista de obras banidas por contrariarem a doutrina católica.</p>
<p>A verdade é que os regimes autoritários ou totalitários sempre buscaram controlar com mão de ferro a expressão artística e cultural, como parte de sua batalha permanente pelo controle das mentes, das vidas e dos povos. Para um movimento como a Marcha da Maconha, que no Brasil foi alvo da mais atroz repressão policialesca, de tentativas de criminalização, que precisou de uma decisão do STF para garantir um direito fundamental como a liberdade de expressão, praticar internamente a censura a uma criação artística seria uma contradição explosiva. Uma catástrofe.</p>
<p>Tentar negar que a censura seria censura e chamá-la de “crivo político” não resolve nada. Pelo contrário, só piora as coisas. Introduzem-se no debate os elementos da novilíngua e do duplipensar, nos exatos termos delineados por George Orwell em sua obra 1984, e assim o próprio debate se desqualifica. Levando a sério tal raciocínio, a ditadura militar brasileira não censurou Chico Buarque, por exemplo, apenas submeteu a obra dele a um “crivo político”. Não dá.</p>
<p>A esta altura alguém pode dizer que uma coisa é a censura pelo Estado, outra coisa é quando uma organização não governamental, um movimento social, uma entidade não estatal enfim, estabelece seus critérios próprios, válidos apenas para os seus veículos. Isto lembra a “novela” do beijo gay na TV aberta brasileira. Não é o Estado que veta a exibição dessa cena, são as emissoras que praticam a autocensura para não afrontar uma determinada moralidade sexual machista e homofóbica.</p>
<p>Se o calendário da Rádio Legalize pudesse ser censurado em nome de um valor moral (ista), como criticar a Rede Globo e as concorrentes por fazer a mesma coisa? OK, alguém pode dizer que a Globo é um dos “bandidos” e nós estamos entre os “mocinhos”, que ela é uma corporação maligna e nós um movimento libertador. Logo, nós podemos censurar e ela não. Nada mais equivocado, como veremos adiante.</p>
<p>Falando na grande mídia, na “imprensa burguesa”, no “PIG” ou como se queira chamar, será que eu não estou reproduzindo nesta defesa do calendário da Rádio Legalize o discurso dos tubarões contra a democratização da mídia e o “controle social” de suas atividades e fiscalização? Não. Claro que não. Agora, o que é democratização e “controle social” da mídia? Se for a adoção de normas prevenindo a criação de monopólios ou oligopólios e buscando desmembrar aqueles que hoje existem, tudo a favor. Se for submeter o conteúdo a ser exibido por qualquer veículo ao crivo do Estado ou “da sociedade”, seja lá qual for o órgão designado para representá-la, o nome disso é censura e não é aceitável.</p>
<p>Voltando ao assunto do calendário, nós podemos censurar e a Globo não? Se nós censuramos o fazemos pela emancipação das mulheres, dos maconheiros, de quem seja? Praticada por nós, a censura não é censura, é revolução, transformação, emancipação, é isso mesmo? Parece ser esta uma visão politizada da questão, que reconhece a opressão realmente existente e tenta compensá-la usando contra os opressores os seus próprios métodos. Alerta. Exatamente neste ponto é que parimos o nosso próprio monstrengo totalitário, especialmente se o fazemos não no campo da política propriamente dita, mas no da arte.</p>
<p>Mais uma vez, obra de arte não é posição política, pode até expressar uma, mas o artista não pode ser cobrado por isso e nem muito menos a obra ser censurada por supostamente expressar uma posição que alguém julgue errada. Ou por poder ser interpretada de uma maneira ou outra. A principal relação da arte com a política é que quanto mais aberta e democrática uma sociedade, mais livres são os artistas para produzi-la e disseminá-la. O inverso também é verdadeiro, quanto mais fechada e autoritária a sociedade, mais presente se faz o controle sobre a produção e a divulgação da arte. A obra de arte não está “certa” ou “errada”, ela é bela ou não é. Pode ser sublime ou vulgar. Nós gostamos dela ou não. Os critérios éticos e ideológicos, que sejam aplicados na política. Simples assim.</p>
<p>Saudações libertárias,<br />
Gerardo Santiago</p>
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		<title>Vem aí a primeira edição do Cineclube cannábico em Brasília!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 02:06:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
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		<description><![CDATA[do CannaCerrado A exibição, organizada pelo Coletivo CannaCerrado, será na terça-feira, dia 7 de Fevereiro de 2012. Hora: 19:00 até 21:30 Serão exibidos um curta e um longa relacionados ao tema cannabis, seguidos por debate. Não é permitido utilizar substâncias ilícitas durante a exibição, trata-se de uma exibição cultural e debate de formação política. Confirme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do <a href="http://www.cannacerrado.org/2012/01/vem-ai-a-primeira-edicao-do-cineclube-cannabico-em-brasilia/">CannaCerrado</a></p>
<p>A exibição, organizada pelo Coletivo CannaCerrado, será na terça-feira, dia 7 de Fevereiro de 2012.</p>
<p>Hora: 19:00 até 21:30</p>
<p>Serão exibidos um curta e um longa relacionados ao tema cannabis, seguidos por debate.</p>
<p>Não é permitido utilizar substâncias ilícitas durante a exibição, trata-se de uma exibição cultural e debate de formação política.</p>
<p>Confirme participação na página do evento no Facebook: <a href="http://www.facebook.com/events/303210176398445/">http://www.facebook.com/events/303210176398445/</a></p>
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		<title>Calendário Radio Legalize 2012 &#8211; COMPRE AQUI</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 18:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>saopaulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[quarta-feira 21, dezembro, 2011 16:20 Calendário Rádio Legalize 2012 Como todos sabem 2012 está dando as caras, pensando em associar o útil ao agradável reunimos 12 lindas mulheres com pouca roupa e muitas flores para fazer o calendário verde mais sensual do ano. O calendário com tiragem limitadíssima vai reverter seu lucro para ajudar a [...]]]></description>
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<p>quarta-feira 21, dezembro, 2011 16:20</p>
<h1>Calendário Rádio Legalize 2012</h1>
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<p>Como todos sabem 2012 está dando as caras, pensando em associar o  útil ao agradável reunimos 12 lindas mulheres com pouca roupa e muitas  flores para fazer o calendário verde mais sensual do ano.</p>
<p>O calendário com tiragem limitadíssima vai reverter seu lucro para ajudar a financiar a Marcha da Maconha Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.radiolegalize.com/shop/product.php?id_product=75">COMPRE AQUI</a></p>
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		<title>Reunião Marcha da Maconha &#8211; São Paulo &#8211; 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 13:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pintolico</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marcha da Maconha]]></category>
		<category><![CDATA[Reuniões]]></category>
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		<description><![CDATA[Está sendo convocada a primeira reunião do ano para começar a organização da Marcha da Maconha em São Paulo. Depois da repressão policial que a marcha sofreu em 2011, e com a vitória no STF, que finalmente considerou inconstitucional a proibição das marchas que contestam a atual legislação de drogas, o ano de 2012 promete [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está sendo convocada a primeira reunião do ano para começar a organização da Marcha da Maconha em São Paulo. Depois da repressão policial que a marcha sofreu em 2011, e com a vitória no STF, que finalmente considerou inconstitucional a proibição das marchas que contestam a atual legislação de drogas, o ano de 2012 promete ser de grande mobilização contra a guerra às drogas. A reunião é aberta a todos, divulguem!</p>
<p><strong>Reunião Marcha da Maconha SP</strong><br />
Onde: Centro Cultural São Paulo &#8211; rua Vergueiro, 1000 (metrô Vergueiro)<br />
Quando: 15 de janeiro, às 15h</p>
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		<title>Marcha da Maconha Rio 2012, Sábado, 5 de maio, 14h no Arpoador.</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 01:35:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A primeira reunião da Marcha da Maconha Rio 2012 foi muito boa! Dizem que no Brasil o ano só começa depois do carnaval, porém mais de 30 pessoas participaram. Decidimos que a Marcha do Rio será sábado, dia 5 de maio com concentração 14h no Arpoador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira reunião da Marcha da Maconha Rio 2012 foi muito boa! Dizem que no Brasil o ano só começa depois do carnaval, porém mais de 30 pessoas participaram.</p>
<p>Decidimos que a Marcha do Rio será sábado, dia 5 de maio com concentração 14h no Arpoador.</p>
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