08/02/10
Durante o carnaval vai acontecer a primeira atividade de divulgação da Marcha da Maconha Rio 2010.
Aproveitando o ambiente livre e democrático do carnaval de rua do Rio, o Coletivo Marcha da Maconha RJ vai distribuir 1000 máscaras no formato da folha da erva acompanhadas de um guia de redução de danos para usuários de maconha, com dicas para diminuir os impactos negativos do consumo da planta na saúde e na sociedade.
“Ala” da Marcha da Maconha nos desfiles dos blocos do Rio!
Domingo, 14 de fevereiro, 19h em frente a Casa da Matriz – Bloco Cru.
Terça-feira, 16 de fevereiro, 15h no Museu de Arte Moderna (MAM) – Orquestra Voadora.
A Marcha da Maconha Rio deste ano está marcada para dia 1 de Maio, e vai partir do Jardim de Alah, em direção ao Arpoador.
Importante: estas atividades são de responsabilidade do Coletivo Marcha da Maconha RJ.
22/01/10
No dia 19/01, as 19 horas, no Centro Cultural São Paulo reuniram-se jornalistas, publicitários, advogados, estudantes, rastas, dreads, brancos, negros, gente de todo tipo e todo canto de São Paulo, além de representantes dos sites: Hempadão, Unzinho e DAR – Desentorpecendo a Razão. No total 27 pessoas, um recorde de presença que emocionou os ativistas mais antigos da marcha. Após breves apresentações foram discutidas as pautas da reunião decididas previamente no fórum.
Para quem faz parte da Marcha da Maconha há algum tempo, sabe o marco que foi esse encontro para o coletivo de São Paulo. Já na primeira reunião de 2010, a emergência em ampliar o debate sobre a politica de drogas rendeu diversas boas idéias e iniciativas. Foi um bom começo essa reunião. Dia 7 de fevereiro haverá um novo encontro, acompanhe o fórum o blog o twitter e compareça.
Até lá!
Coletivo Marcha da Maconha São Paulo.
20/01/10
do Estadão Esportes
Torcida Guerrilha Azul surgiu em 2002, quando o Atlético Monte Azul ainda estava na Série B1, a 4.ª Divisão do futebol paulista. Além do nome, foi escolhido também seu símbolo: o líder revolucionário Che Guevara, um guerrilheiro. Tudo a ver com a torcida.
Porém, a partir de agora, a imagem não poderá mais ser vista nos estádios de São Paulo. “Fomos informados pela diretoria que o comando da Polícia Militar de Ribeirão Preto proibiu qualquer coisa que caracterize apologia à violência”, conta surpreso o presidente Marcelo Cardoso.
O major Francisco Mango Neto, da PM de Ribeirão Preto, tenta amenizar. “Não foi uma proibição, foi apenas uma orientação. Daqui a pouco alguma torcida pode aparecer com uma imagem do Bob Marley ou com uma folha de maconha na bandeira”, justifica.