Archive for the ‘Denúncia’ Category

Parlamentares pernambucanos ignoram a liberdade de expressão e fazem o jogo do tráfico.

11/05/11

Veja carta entregue pelos parlamentares ao MP-PE

Segue a carta do Coletivo da Marcha da Maconha Pernambuco em resposta.

CARTA ABERTA AO POVO DE PERNAMBUCO

1. A Marcha da Maconha é organizada em âmbito mundial desde 1999. Em 2011, 350 cidades – de todos os continentes – registraram seus eventos. No Brasil, são 19 cidades. Só aqui, são esperados cerca de 20.000 manifestantes pelas ruas do País.

2. O ato público denominado “Marcha da Maconha – Recife” está marcado para ser realizado – pela quarta vez consecutiva – no Bairro do Recife Antigo – na Torre Malakoff, no domingo, dia 22 de Maio de 2011, a partir das 14 horas. Esse ano, a organização promove a arrecadação de donativos para vítimas das enchentes em todo o Estado de Pernambuco. Leve sua contribuição (alimentos não perecíveis, roupas, colchões e cobertores) que o material será encaminhado a postos de coleta do Governo do Estado.

3. A passeata não faz apologia às drogas – o incentivo ao consumo, que é um crime – a Marcha da Maconha reúne cidadãos brasileiros que pedem uma mudança na atual legislação. Como fazem o Movimento LGBT, o Movimento Negro Unificado, entre outros.

4. Qualquer cidadão brasileiro pode ser contrário à Marcha da Maconha. O que não pode ser feito é tentar impedi-la de acontecer. Quem for contrário ao movimento pode, por exemplo, organizar outra marcha – em outro local – pra tentar esvaziar a Marcha da Maconha.

5. A Marcha da Maconha não é organizada por criminosos anônimos. Somos jornalistas, médicos, assistentes sociais, historiadores, religiosos, cientistas, poetas, profissionais liberais, entre outros. Para entrar em contato com a organização, basta enviar uma mensagem para marchadamaconharecife@gmail.com .

6. No Recife, desde 2008, o grupo de organizadores já participou de diversas ações para fomentar o debate na sociedade. Foram entrevistas na televisão, depoimentos em jornais, audiências públicas na Câmara de Vereadores, eventos culturais, reuniões na Secretaria de Defesa Social do Governo do Estado, etc.

7. Acreditamos que a atual legislação brasileira gera – muita – violência e corrupção. E que o governo não pode ser omisso em discutir a questão das drogas como um problema de toda a sociedade brasileira. Se você está satisfeito com o atual estado das coisas, não precisa marchar em lugar nenhum. Mas também não tente impedir que seja realizado um movimento legítimo, e que tem propostas reais de mudança para todos.

Coletivo Marcha da Maconha
Recife, 11 de Maio de 2011

Assine a Carta ! http://verd.in/sehx

Vale ressaltar que a Marcha da Maconha 2011 – Recife está CONFIRMADA !
Data e local estão aí ao lado ;)

Parabéns a PM do Rio

26/03/11

do Guerreiro de Papel


Spray de pimenta em crianças seu puliça? Faça o favor… covarde!

Tráfico de drogas gera "guerra civil" em Belém

04/01/10

do Diário do Pará

Até o início do século XX, o país não tinha qualquer controle estatal sobre as drogas que eram toleradas e usadas em prostíbulos frequentados por jovens das classes média e alta da República Velha. Depois de ter se comprometido na reunião de Haia em 1911 a fortalecer o controle sobre o uso de ópio e cocaína, o Brasil começou efetivamente um controle mesmo que paliativo.

Naquele momento, o vício até então limitado aos “grã-finos” dentro dos prostíbulos passou a se espalhar nas ruas entre as classes sociais menos desafortunadas, ou seja, entre os pardos, negros, imigrantes e pobres, o que começou a incomodar o governo.

Em 1921, surgiu a primeira lei restritiva quanto à utilização de drogas como a cocaína no Brasil, passível de punição para todo tipo de utilização que não seguisse recomendações médicas. A maconha foi proibida a partir de 1930 e em 1933 ocorreram as primeiras prisões no Rio de Janeiro por uso da droga.

A partir daí, as leis foram sendo sancionadas à medida que o tráfico avançava com uma velocidade incrível no seio da comunidade brasileira, se instalando nas cidades tanto de pequeno como médio e grande porte.
Leia mais…